Câncer de mama – Evolução nos tratamentos aumenta chances de cura em 95%

O câncer de mama é a doença que qualquer mulher mais se preocupa em ter. Você sabia que alguns tratamentos aumentam a chance de cura em quase 100%? 

De acordo com o Ministério da Saúde, é um dos tipos mais comuns entre o público feminino e perde somente para o câncer de pele não melanoma. No Brasil, há uma estimativa de que 57.960 novos diagnósticos sejam feitos ainda este ano.

Mas temos uma boa notícia!

Os tratamentos para a doença têm evoluído e já garantem 95% de chances de cura nos casos diagnosticados precocemente e com tumores de até 1 cm de diâmetro.

cancer de mama

Isso porque, segundo a oncologista clínica do A.C. Camargo Cancer Solange Moraes Sanches, a maioria desses avanços é resultado de um tratamento personalizado que a medicina oncológica vem prestando a cada paciente.

“Hoje, desde a biópsia é possível estudar o perfil biológico do tumor. As análises permitem identificar traços do câncer que são específicos daquela pessoa e que podem ser utilizados como alvo terapêutico”, afirma a especialista.

O que o exame detecta? 

Com essas análises é possível reconhecer, por exemplo, a existência de receptores dos hormônios progesterona e estrogênio – que, em caso positivo, facilita tratamentos com remédios menos agressivos que a quimioterapia.

Também há avanços quando se fala em cirurgia mamária. De acordo com Paula Saab, da SBM (Sociedade Brasileira de Mastologia), atualmente existem as chamadas cirurgias conservadoras, que tiram somente o tumor e conservam os tecidos saudáveis para depois o paciente realizar a radioterapia.

Felizmente a radioterapia também apresenta progressos. Hoje existem máquinas que podem ser programadas para radiar apenas o tumor.

Além disso, já se ouve falar na radioterapia intraoperatória, onde o paciente recebe em uma única sessão, durante a cirurgia para retirada do câncer, toda a radiação que receberia ao longo de cinco a seis semanas após a operação.

Outra notícia boa é que hoje se fala muito mais abertamente sobre o câncer de mama e isso favorece o diagnóstico precoce da doença.

Vale ressaltar que somente o autoexame, quando a mulher apalpa as próprias mamas para identificar possíveis nódulos, não é suficiente para um diagnóstico precoce.

E mulheres, é importantíssimo, em conjunto com o auto exame, que realizem a mamografia de forma periódica a partir dos 40 anos de idade.

Como sempre dizemos: A prevenção é sempre o melhor remédio!

Fonte: Ministério da Saúde e Portal R7.

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