A eficácia da vacina CORONAVAC

Após o Instituto Butantan anunciar uma eficácia geral de 50,38% da vacina CoronaVac, algumas dúvidas surgiram em relação aos números divulgados anteriormente, como o índice de 78% para prevenção de casos leves de coronavírus e o de 100% para casos moderados e graves da doença.

Pensando nisso, compartilhamos aqui uma conversa  com a diretora da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações), Flávia Bravo, feita pelo site UOL, para entender as diferenças entre as porcentagens e a importância da vacinação no Brasil neste momento, com mais de 200 mil mortes já registradas por covid-19

“Um jeito de entender [por que com esses percentuais a vacina é eficaz] é pensar ao receber a imunização: eu até posso adoecer, mas não terei uma doença grave, não vou internar, não vou para a UTI nem precisarei de oxigênio. É isso que a gente necessita agora. Em termos de saúde pública, isso é importante para aliviar a pressão no sistema de saúde”, diz a especialista.

Entenda os 100% de eficácia da CoronaVac

O estudo foi feito com 13.060 voluntários, todos profissionais da saúde, uma população muito exposta à doença. Metade do grupo tomou a vacina CoronaVac e a outra parte recebeu placebo. Desde o início do ensaio, em julho, 252 pessoas foram infectadas com covid-19 —167 do grupo placebo e 85 entre os vacinados.

Entre elas, no grupo vacinado, não houve nenhum caso com doença moderada a grave, que precisou de internação. Sete casos foram registrados no grupo que não foi vacinado.

“Se não houve nenhum caso no grupo vacinado, isso configura em uma eficácia de 100% para evitar casos graves, moderados, internações e mortes pela doença.”

E o que significam os 78%

Para as infecções que foram leves, ou seja, quando pessoa apresentou poucos sintomas de covid-19 e recebeu algum tipo de assistência médica, mas não precisou de internação, houve sete casos no grupo vacinado e 31 no grupo de placebo.

Segundo Bravo, isso significa que, para a prevenção para casos leves de covid-19, com sintomas, mas sem necessidade de internação, a eficácia é de 78%.

E os 50,38%

Esse número é calculado com os 252 casos de pessoas que adoeceram dos dois grupos (o placebo e o vacinado), com qualquer gravidade da doença, na qual a proteção foi de 50,38%. “É um cálculo estatístico no qual se concluiu que temos uma proteção de 50%, ou seja, temos 50,38% menos risco de adoecer e, mesmo que adoeçamos, temos 100% de eficácia para não adoecer gravemente, não precisar internar, não precisar de uma UTI e também não vai morrer”

50% + 50% é igual a 100%? A diretora da SBIm também esclarece que, ao tomar as duas doses da CoronaVac, o valor de eficácia geral não é somado e chega a 100%, como algumas pessoas estão afirmando nas redes sociais. Isso porque o resultado de 50,38% é contando já com as duas doses aplicadas.

E você, pretende tomar a vacina?

Fonte: uol.com.br/vivabem/

Filariose, o que é, quais sintomas e como prevenir?

É também conhecida como elefantíase ou filariose linfática. A filariose é uma doença infecciosa que é transmitida para as pessoas por meio da picada do mosquito Culex quinquefasciatus que está infectado. Após a retirada do sangue pela picada do mosquito, são liberadas larvas do tipo L3. Na corrente sanguínea, as larvas migram para os vasos linfáticos e se desenvolvem, após chegar no estágio L5, é liberado microfilárias que levam ao aparecimento dos sinais e sintomas.

O parasita da filariose pode se desenvolver no organismo e se deslocar até órgãos e tecidos linfoides, podendo provocar inflamações e acúmulo de líquido pelo corpo, especificamente pelas pernas, braços e testículos.  A percepção da doença ocorre só após alguns meses da infecção, podendo deixar a pessoa assintomática durante o período.

O tratamento é feito através da orientação de um médico especialista, indicando o uso de fisioterapia com drenagem linfática quando acarreta os braços e pernas, sendo utilizados também medicamentos antiparasitários.

Os sintomas da filariose são:

– Febre;
– Dor de cabeça;
– Acúmulo de líquido nas pernas e braços;
– Aumento do volume do testículo;
– Calafrios.

Como prevenir?

Tomada de medidas que previnam a picada do mosquito, como por exemplo, repelentes, roupas que cubram o corpo, evitar água parada e acúmulo de lixo. Diminuindo assim a qualidade de vida do mosquito nesses ambientes.

Fonte: https://www.tuasaude.com/filariose/

O que é a segunda onda do COVID – 19? Saiba tudo!

A segunda onda vem sendo muito comentada e se refere a um novo surto e ao aumento de número de casos pelo vírus. Foi avisado desde o início da pandemia que havia hipóteses desse acontecimento, dando total alerta sobre os cuidados necessários que foram divulgados pelos Órgãos de Saúde Pública. Lembrando que o Brasil ainda não superou e nem estabilizou o número de infectados da primeira onda do COVID-19.
O Presidente e cirurgião do Hospital Albert Einstein, Sidney Klajner, diz que o Brasil já está enfrentando a segunda onda alegando que o número de internações aumentou e, que está preocupado com o planejamento do país em relação à vacinação. Disse também, que a onda é diferente da Europa, pois no Brasil não teve o controle total da situação, acreditando ter um novo pico do vírus pelo Brasil.
O Brasil vive em diferentes momentos da pandemia, enquanto uma região está com redução de casos/mortalidades, outras estão com os números aumentando.

E mundialmente?
Os países da Europa estão passando por uma segunda onda de contaminação por COVID-19 depois de desacelerar com sucesso aos surtos no início do ano.
Há países que confirmam o número de infectados, com a segunda onda, maior do que no início da pandemia. A França, Reino Unido, Polônia, Holanda e Espanha já começaram a tomar medidas para conter essa nova onda e evitar o aumento de casos nos países.

Sempre lembrando que os cuidados devem ser mantidos para que superemos o que já passou e que tenhamos força e esperança para lidar com o que está vindo!

Fonte: https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2020/12/03/presidente-do-einstein-ve-2-onda-no-brasil-e-critica-plano-de-vacinacao.htm

Obesidade e Pandemia: Qual a relação e como se cuidar?

A obesidade uma doença crônica, caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal no indivíduo, que atinge milhões de brasileiros, sendo propensa a todas as idades, incluindo crianças. A doença traz uma série de outros problemas, como por exemplo, riscos de doenças cardiovasculares, diabete, hipertensão, entre outras.

O acúmulo de peso está ligado à genética, má alimentação (rica em açúcar e gordura), sedentarismo, disfunções endócrinas, trombose e entre outros. Com a pandemia do Covid-19, houve um aumento considerável de pessoas sedentárias, o que causou um surto de obesidade. O que colabora com o sedentarismo são os locais em lockdown, interrompendo o ciclo de atividades físicas ou vida ativa. Além disso, existe o estresse gerado pela pandemia, que leva a população a mudar os hábitos alimentares, muitas vezes descontando sua ansiedade e demais problemas psicológicos na comida.

‘’O sedentarismo impulsionado pela pandemia se tornou uma preocupação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Para tentar minimizar estes efeitos, o órgão lançou uma campanha com a hashtag #HealthyatHome, instruindo e incentivando as pessoas a se manterem ativas, mesmo permanecendo em casa.’’

Confira hábitos novos para apostar em sua rotina, que previnem e auxiliam na obesidade:

1. Dieta equilibrada e com variedades.
Selecione legumes, alimentos integrais e frutas. Diminua o consumo de manteiga ou alimentos com teor de gordura. Evite alimentos com adição de sal, óleos, açúcar e gorduras saturadas.

2. Saiba os tipos de alimentos que consome.
Fique ciente dos nutrientes de cada alimento, com o objetivo de conhecer o que está ingerindo, selecionando alimentos bons na sua alimentação.

3. Se alimente de 3 em 3 horas.
Auxilia a estabilizar o açúcar no sangue e a insulina. Coma refeições com menor quantidade, o objetivo é comer mais ao longo do dia mas não passando do limite calórico que é recomendado por dia.

4. Realize exercícios físicos.
Comece com algo mais suave, para fazer o seu corpo se acostumar com a nova rotina como por exemplo, uma caminhada, um alongamento. Mantenha seu corpo todos os dias em movimento.

5. Procure um médico especialista.
Para um novo hábito na sua rotina é necessário acompanhamento com um nutricionista, assim ele recomendará o melhor tratamento para o seu caso.
Persista e fique focado no seu objetivo! A sua saúde é o seu bem mais precioso e deve ser colocada sempre em primeiro lugar.

Fonte: https://hemos.com.br/blog/obesidade-e-pandemia-entenda-esta-delicada-relacao/

Afinal, tem como prevenir o câncer?

Sabemos que o câncer não tem uma causa única e pode ser causado por diversas causas externas (presentes no meio ambiente) e internas (como hormônios, condições imunológicas e mutações genéticas). Os fatores podem interagir de diversas formas, dando início ao surgimento do câncer.
De acordo com o INCA (Instituto Nacional de Câncer), a prevenção do câncer engloba ações realizadas para reduzir os riscos de ter a doença e existem dois tipos de prevenção: a primária e a secundária.
O objetivo da prevenção primária é impedir que o câncer se desenvolva. Isso inclui evitar a exposição aos fatores de risco de câncer e a adoção de um modo de vida saudável. Já a prevenção secundária tem como objetivo detectar e tratar doenças pré-malignas (por exemplo, lesão causada pelo vírus HPV ou pólipos nas paredes do intestino) ou cânceres assintomáticos iniciais.

Confira abaixo 12 dicas que o INCA apresenta como formas de prevenção ao câncer:

Não fume!
Essa é a regra mais importante para prevenir o câncer, principalmente os de pulmão, cavidade oral, laringe, faringe e esôfago. Ao fumar, são liberadas no ambiente mais de 4.700 substâncias tóxicas e cancerígenas que são inaladas por fumantes e não fumantes. Parar de fumar e de poluir o ambiente é fundamental para a prevenção do câncer.

Alimentação saudável protege contra o câncer.
Uma ingestão rica em alimentos de origem vegetal como frutas, legumes, verduras, cereais integrais, feijões e outras leguminosas, e pobre em alimentos ultraprocessados, como aqueles prontos para consumo ou prontos para aquecer e bebidas adoçadas, pode prevenir o câncer. A alimentação deve ser saborosa, respeitar a cultura local, proporcionar prazer e saúde e incluir alimentos regionais.

Mantenha o peso corporal adequado.
Manter um peso saudável ao longo da vida é uma das formas mais importantes de se proteger contra o câncer. Uma alimentação saudável favorece a manutenção do peso saudável e a recomendação é evitar alimentos ultraprocessados, como aqueles prontos para aquecer ou consumir, e fazer dos alimentos in natura e minimamente processados como as frutas, legumes, verduras, feijões e outros grãos, sementes, castanhas a base da alimentação.

A atividade física também contribui para se proteger contra o câncer, além de contribuir para a manutenção do peso corporal saudável. Para a prática de atividade física, não há necessidade de serem aquelas modalidades que demandem a contratação de serviços como academias; atividades como caminhar tanto no tempo livre, quanto no deslocamento para outros compromissos, pedalar, dançar, etc são boas opções.
A criação de ambientes que incentivem a alimentação saudável e ser fisicamente ativo ao longo da vida é fundamental para o controle do câncer.

Pratique atividades físicas.
Você pode, por exemplo, caminhar, dançar, trocar o elevador pelas escadas, levar o cachorro para passear, cuidar da casa ou do jardim ou buscar modalidades como a corrida de rua, ginástica, musculação, entre outras. Experimente, ache aquela modalidade que você goste, aproveite e busque fazer dessas atividades um momento coletivo, prazeroso e divertido, com a família e amigos, ou faça da atividade física um momento introspectivo no qual você se conecta consigo, enfim, é possível encaixar a atividade física na rotina de cada um, seja através do deslocamento ativo indo ao trabalho ou outras atividades caminhando ou de bicicleta, são diferentes possibilidades.

Amamente.
O aleitamento materno é a primeira ação de alimentação saudável. A amamentação até os dois anos ou mais, sendo exclusiva até os seis meses de vida da criança, protege as mães contra o câncer de mama e as crianças contra a obesidade infantil. A partir de seis meses da criança, deve-se complementar a amamentação conforme a dica sobre Alimentação saudável e proteção contra o câncer.
Mulheres entre 25 e 64 anos devem fazer o exame preventivo do câncer do colo do útero a cada três anos.

As alterações das células do colo do útero são descobertas facilmente no exame preventivo (conhecido também como Papanicolaou), e são curáveis na quase totalidade dos casos. Por isso, é importante a realização periódica deste exame. Tão importante quanto fazer o exame é saber o resultado, seguir as orientações médicas e o tratamento indicado.

Vacine contra o HPV as meninas de 9 a 14 anos e os meninos de 11 a 14 anos.
A vacinação contra o HPV, disponível no SUS, e o exame preventivo (Papanicolaou) se complementam como ações de prevenção do câncer do colo do útero. Mesmo as mulheres vacinadas, quando chegarem aos 25 anos, deverão fazer um exame preventivo a cada três anos, pois a vacina não protege contra todos os subtipos do HPV.

Vacine contra a hepatite B.
O câncer de fígado está relacionado à infecção pelo vírus causador da hepatite B e a vacina é um importante meio de prevenção deste câncer. O Ministério da Saúde disponibiliza nos postos de saúde do País a vacina contra esse vírus para pessoas de todas as idades.

Evite a ingestão de bebidas alcoólicas.
Seu consumo, em qualquer quantidade, contribui para o risco de desenvolver câncer. Além disso, combinar bebidas alcoólicas com o tabaco aumenta a possibilidade do surgimento da doença.

Evite comer carne processada.
Carnes processadas como presunto, salsicha, linguiça, bacon, salame, mortadela, peito de peru e blanquet de peru podem aumentar a chance de desenvolver câncer. Os conservantes (como os nitritos e nitratos) podem provocar o surgimento de câncer de intestino (cólon e reto) e o sal provocar o de estômago.

Evite a exposição ao sol entre 10h e 16h, e use sempre proteção adequada, como chapéu, barraca e protetor solar, inclusive nos lábios.
Se for inevitável a exposição ao sol durante a jornada de trabalho, use chapéu de aba larga, camisa de manga longa e calça cumprida.

Evite exposição a agentes cancerígenos no trabalho.
Agentes químicos, físicos e biológicos ou suas combinações são causas bem conhecidas de câncer relacionado ao trabalho, e evitar ou diminuir a exposição a estes agentes seria o ideal e desejável. Mas para que isto ocorra de maneira satisfatória, é necessário o comprometimento de todos os envolvidos nos diversos processos de trabalho, visando a elaboração de planos para evitar o adoecimento dos trabalhadores. Também é fundamental a implementação de leis que obriguem e fiscalizem a substituição dos agentes causadores câncer no trabalho por outros mais saudáveis, quando já houver esta alternativa.

Fonte: inca.gov.br

Você consome muito sal? Saiba os perigos

Você tem ideia a quantidade de sal que consome diariamente? Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde 2013 (PNS/IBGE), o consumo de sal do brasileiro excede em quase duas vezes o limite máximo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é cinco gramas por dia. A média nacional é de 9,3 gramas. Apesar disso, apenas 12% dos brasileiros adultos tem a consciência da alta ingestão de sal na alimentação diária.

A falta de consciência é um perigo para a saúde! O consumo excessivo do sal está relacionado ao aumento do risco de doenças crônicas, como hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, doenças renais, entre outras. Doenças silenciosas que podem matar de forma precoce.

“O sal é o principal fator de risco dietético que existe no mundo, incluindo Brasil. Ele tem uma associação direta com doenças cardiovasculares mediadas por hipertensão. E para prevenir esses problemas é reduzir o consumo de sal, seja na adição de alimentos quando se prepare, mas também aqueles escondidos nos alimentos processados e ultrprocessados”, ponderou Eduardo Augusto Fernandes Nilson, Coordenador-Geral substituto de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde.

A hipertensão obriga o coração a exercer um esforço maior do que o normal para que o sangue seja distribuído corretamente no corpo. A doença é um dos principais fatores de risco para a ocorrência do acidente vascular cerebral, enfarte, aneurisma arterial e insuficiência renal e cardíaca. No Brasil, ela é diagnosticada em cerca de 33 milhões de brasileiros. Destes, 80% são atendidos na rede pública de saúde.

“O sal é um problema de saúde pública no Brasil e no mundo, e isso representa muito custo para o Sistema Único de Saúde (SUS) e para sociedade, porque pessoas morrem prematuramente, as pessoas adoecem, deixam de trabalhar e produzir”, revelou Eduardo.

Grande parte do sal consumido pelos brasileiros vem da adição do sal de cozinha aos alimentos, no preparo e no consumo. Além disso muitos alimentos industrializados possuem quantidades mais altas de sódio (componente do sal relacionado ao risco de hipertensão). Itens como temperos prontos, presuntos, mortadelas, salame, macarrão instantâneo salgadinhos de pacote colaboram para o aumento da ingestão do mineral.

Reduzir a quantidade de sódio consumida diariamente pela população brasileira é a meta do Plano Nacional de Redução de Sódio em Alimentos e melhorará a saúde de toda a população brasileira, de crianças a idosos, hipertensos e não hipertensos. Como parte deste plano, é importante reduzir a quantidade de sal que adicionamos aos alimentos e continuar com o compromisso entre o Ministério da Saúde e a Associação das Indústrias da Alimentação (Abia), que tem como meta que as indústrias do setor promovam a retirada voluntária de 28.562 toneladas de sal do mercado brasileiro até o final de 2020.

Substituir o sal por temperos frescos

Os temperos frescos podem ser utilizados em diversas preparações culinárias agregando sabor e aroma a receitas. Uma das dicas do Guia Alimentar para a População Brasileira para reduzir a quantidade de óleo e sal no preparo do feijão, por exemplo, é evitar o uso de carnes salgadas no cozimento e optar por quantidades generosas de cebola, alho, louro, salsinha, cebolinha, pimenta, coentro e outros temperos naturais, bem como outros alimentos, como cenoura e vagem, que acrescentam sabor, aroma e mais nutrientes à preparação.

Ervas frescas ou secas, assim como pimenta, gergelim e outros, agregam sabor às preparações e também ajudam na redução do uso do sal. Em saladas, o uso do limão reduz a necessidade de adição de sal e óleo. Outras combinações podem ser feitas, como o louro em sopas, alecrim em carnes, salsa na macarronada, manjericão no molho de tomate e tomilho na batata.

O coordenador deu algumas dicas para que a pessoa fique atenta ao consumo. “Uma regra muito fácil de compreender saber se um alimento tem excesso de sal, é olhar na tabela nutricional a quantidade de sódio e a quantidade de calorias. Se a quantidade de sódio for maior do que a de calorias, excesso de sal”, alertou Eduardo.

Fonte: Blog da Saúde- Ministério da Saúde

Outubro rosa e a prevenção do câncer de mama

Conheça a importância da campanha e os principais sinais e sintomas da doença

O Outubro Rosa é uma campanha anual de combate ao câncer de mama, mas você sabe como ele surgiu? O nome da campanha remete a cor do laço rosa, que é um símbolo internacional na luta contra do câncer de mama. A campanha começou como um movimento iniciado no ano de 1990, em Nova Iorque, durante um evento chamado “Corrida pela Cura”, realizado pela instituição Susan G. Komen pela cura.

À medida que o evento cresceu, outubro foi escolhido como o mês de conscientização sobre o câncer de mama nos Estados Unidos. Em 2002, o Obelisco Mausoléu aos Heróis de 32, no parque Ibirapuera, em São Paulo, foi iluminado com a cor rosa durante o mês marcando a primeira iniciativa no Brasil. No entanto, o movimento ganhou força por volta de 2008, quando as ações em prol da causa tornam-se mais frequentes.

Segundo campanhas do INCA (Instituto Nacional do Câncer) e do Ministério da Saúde, é preciso reforçar três pilares estratégicos no controle da doença:

Prevenção primária (como reduzir o risco de câncer de mama)

A prevenção primária do câncer de mama está relacionada ao controle dos fatores de risco conhecidos e à promoção de práticas e comportamentos considerados protetores.

Os fatores hereditários e os associados ao ciclo reprodutivo da mulher não são, em sua maioria, modificáveis; porém fatores como excesso de peso corporal, inatividade física, consumo de álcool e terapia de reposição hormonal, são, em princípio, passíveis de mudança.

Por meio da alimentação, nutrição, atividade física e gordura corporal adequados é possível reduzir o risco de a mulher desenvolver câncer de mama. Como medidas que podem contribuir para a prevenção primária da doença, estimula-se, portanto, praticar atividade física, manter o peso corporal adequado, adotar uma alimentação mais saudável e evitar ou reduzir o consumo de bebidas alcóolicas. Amamentar é também um fator protetor.

Diagnóstico precoce (divulgar sinais e sintomas da doença e incentivar a mulher a observar o próprio corpo)

A estratégia de diagnóstico precoce contribui para a redução do estágio de apresentação do câncer. Nessa estratégia, destaca-se a importância da educação da mulher e dos profissionais de saúde para o reconhecimento dos sinais e sintomas suspeitos de câncer de mama, bem como do acesso rápido e facilitado aos serviços de saúde tanto na atenção primária quanto nos serviços de referência para investigação diagnóstica.

São considerados sinais e sintomas suspeitos de câncer de mama e de referência urgente para a confirmação diagnóstica:

  • Qualquer nódulo mamário em mulheres com mais de 50 anos;
  • Nódulo mamário em mulheres com mais de 30 anos, que persistem por mais de um ciclo menstrual;
  • Nódulo mamário de consistência endurecida e fixo ou que vem aumentando de tamanho, em mulheres adultas de qualquer idade;
  • Descarga papilar sanguinolenta unilateral;
  • Lesão eczematosa da pele que não responde a tratamentos tópicos;
  • Homens com mais de 50 anos com tumoração palpável unilateral;
  • Presença de linfadenopatia axilar;
  • Aumento progressivo do tamanho da mama com a presença de sinais de edema, como pele com aspecto de casca de laranja;
  • Retração na pele da mama.
  • Mudança no formato do mamilo.

Mamografia

No Brasil, conforme as Diretrizes para a Detecção Precoce do Câncer de Mama, a mamografia é o único exame cuja aplicação em programas de rastreamento apresenta eficácia comprovada na redução da mortalidade por câncer de mama. O rastreamento mamográfico deverá incluir mulheres assintomáticas a partir dos 40 anos de idade. Se existir um caso na família, como tia, irmã ou mãe, o indicado é realizar o exame todos os anos a partir dos 35 anos de idade, para prevenção da doença. O rastreamento tem duas finalidades: detecção precoce do câncer de mama e redução das cirurgias desnecessárias.

Queremos reforçar a importância do diagnóstico precoce, que permite identificar pessoas com sinais e sintomas iniciais da doença, primando pela qualidade e pela garantia da assistência em todas as etapas da linha de cuidado da doença. O diagnóstico precoce possibilita ainda terapias mais simples e efetivas.

Além do diagnóstico precoce e do tratamento adequado, o apoio familiar e suporte médico são fundamentais no tratamento de câncer. Diante do medo, insegurança e esperança, além da rotina pesada de exames e tratamentos, a batalha contra o câncer também é fortalecida pelo amor e companheirismo de pessoas queridas.

Apesar de outubro concentrar a maior parte das ações, recomendamos que as atividades sejam continuadas ao longo do ano e que as mulheres estejam atentas aos sinais e sintomas do câncer de mama todos os meses. Estamos juntos na luta contra o Câncer de Mama.

 

Fontes:

https://www.inca.gov.br/

http://www.blog.saude.gov.br/

Quando devo começar a me preocupar com a minha saúde mental e o que fazer para cuidar dela?

Já faz algum tempo que a saúde mental começou a ser tema recorrente de debate em nosso dia-a-dia e após o início da epidemia do COVID-19 e seus desdobramentos, transtornos psicológicos como ansiedade e depressão recebem cada vez mais atenção.

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Dicas de como fortalecer o sistema imunológico

A sua rotina contribui para manter as defesas naturais do seu corpo em pleno funcionamento?

Em nosso dia-a-dia estamos constantemente sendo expostos a todo e qualquer tipo de doença, e quando o nosso organismo não está fortalecido, acabamos ficando ainda mais vulneráveis. De uma forma simples e resumida, o sistema imunológico nada mais é do que uma defesa do organismo contra agentes infecciosos. Ou seja, é um conjunto de células de defesa e tecidos especiais que é responsável por proteger nosso corpo contra bactérias, vírus e outros micro-organismos nocivos presentes no ar.

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